Juntando as letras deste código difícil de decifrar apercebo-me que o sentido do que era certo e fácil, parece agora confundir-se por entre as sombras do desconhecido. Pego na caneta e num pedaço de papel e vou reorganizando as palavras que em tempos pertenceram a um outro texto, uma outra história. Tento perceber nas entrelinhas a razão da desorganização de todas aquelas letras, daquele conjunto de palavras, daquela história que teima em confundir o seu próprio leitor. Será que já cheguei ao final desta história? Não me lembro de como é que acabou!?... É então que à luz da lua e das estrelas como por magia, a caneta começa a deslizar sob aquele papel. De mãos dadas com o incógnito a sua tinta vai marcando novas palavras que começam a definir um outro código. Será isto uma nova história? Ou o final daquela que parece não ter acabado?
“Uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma”
Também andas nestas vidaaas...
ResponderEliminarloool
Beijinhooo meninaa
"Há momentos em que a imaginação se perde, apesar da vigilância da razão em que a realidade parece uma sombra, em que as sombras parecem corpos, em que a barreira imensa que separa a verdade da ficção parece ser destruída, como se os olhos da alma pudessem penetrar para além dos limites do nosso mundo. Prefiro essas horas de sonhos vagos a todas as tristes realidades da existência." (Anónimo)
ResponderEliminarLi os posts todos e achei que também podias ter sido tu a escrever isto. Continua a sonhar e a escrever. *