"O Sol não morre todos os dias da mesma maneira. Nem à mesma hora. Às vezes vende cara a sua luz, esperneia as réstias do seu brilho, quer continuar no seu trilho, para ele é uma questão de honra. De vida ou de morte.
Outras vezes é como se tivesse perdido o norte, o tino e o destino, é um desatino, cavalga apressadamente para a linha do horizonte, deixa-se engolir pela Lua sem oferecer resistência, desaparece sem deixar rasto."
Agora, quero espernear o meu brilho, continuar o meu trilho, há-de ser sempre uma questão de honra, de vida ou de morte!
Outras vezes é como se tivesse perdido o norte, o tino e o destino, é um desatino, cavalga apressadamente para a linha do horizonte, deixa-se engolir pela Lua sem oferecer resistência, desaparece sem deixar rasto."
Agora, quero espernear o meu brilho, continuar o meu trilho, há-de ser sempre uma questão de honra, de vida ou de morte!
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